Facti
Capacitação tecnológica

Facti torna-se a segunda instituição brasileira a integrar a Post-Quantum Cryptography Alliance (PQCA)

Adesão amplia oportunidades de colaboração em pesquisa, desenvolvimento e inovação em um dos temas mais estratégicos da segurança digital.

 

A Facti passou a integrar a Post-Quantum Cryptography Alliance (PQCA), iniciativa da Linux Foundation dedicada ao avanço da criptografia pós-quântica e à preparação da infraestrutura digital para os desafios da era da computação quântica.

 

Com essa adesão, torna-se a segunda instituição brasileira a integrar a aliança, fortalecendo sua atuação em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e ampliando sua conexão com um ecossistema internacional dedicado ao desenvolvimento de soluções para a proteção da informação na era pós-quântica. 

 

A conquista representa mais um marco na trajetória da instituição em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), reforçando sua atuação em temas estratégicos relacionados à segurança da informação e às tecnologias emergentes. 

 

Por que a criptografia pós-quântica é importante?

A computação quântica é considerada uma das transformações tecnológicas mais relevantes das próximas décadas, com potencial para abrir novas possibilidades de processamento em problemas complexos e impulsionar avanços em diferentes setores.

 

Ao mesmo tempo, essa evolução traz novos desafios para a segurança digital. Métodos criptográficos amplamente utilizados hoje para proteger dados, sistemas e comunicações poderão se tornar vulneráveis diante de computadores quânticos suficientemente avançados.

 

Nesse cenário, a criptografia pós-quântica surge como uma resposta estratégica, desenvolvendo mecanismos capazes de aumentar a proteção das informações mesmo na próxima geração computacional.

 

O que essa participação representa para a Facti?

Fazer parte da PQCA amplia oportunidades de cooperação da Facti em pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e intercâmbio de conhecimento em um dos temas mais estratégicos da segurança digital. 

 

A participação aproxima a instituição das discussões e iniciativas voltadas à transição para a criptografia pós-quântica, permitindo acompanhar de perto a evolução de padrões, ferramentas e soluções que deverão orientar a proteção de dados e infraestruturas digitais nas próximas décadas. 

 

A PQCA reúne empresas, universidades, centros de pesquisa, organizações e comunidades técnicas de referência no cenário global de tecnologia e segurança, que colaboram, em ambiente aberto, no desenvolvimento de tecnologias capazes de acelerar essa transição.

 

Para Luiz Otávio Duarte, coordenador de Desenvolvimento da Facti, a adesão à aliança representa um passo importante para fortalecer a atuação da instituição em pesquisa aplicada e ampliar a conexão com organizações que possuem potencial para colaborar na evolução e adoção dos próximos padrões da segurança digital.

 

“A computação quântica exige uma mudança de paradigma na forma como pensamos a segurança da informação. Fazer parte da PQCA nos permite acompanhar essa evolução de perto, trocar conhecimento com organizações de referência e contribuir para o desenvolvimento de soluções que serão fundamentais nos próximos anos. É um reconhecimento da trajetória que a Facti vem construindo em pesquisa, desenvolvimento e inovação.”

 

Preparando hoje a segurança de amanhã

Embora a computação quântica ainda esteja em evolução, a migração para padrões criptográficos pós-quânticos já faz parte da agenda de governos, empresas e instituições de pesquisa em todo o mundo. 

 

Os impactos esperados sobre os métodos criptográficos atuais exigem planejamento, e essa transição deverá ocorrer de forma gradual, envolvendo inventário de sistemas, atualização de protocolos, validação de fornecedores, testes de interoperabilidade e capacitação técnica. 

 

Nesse contexto, a participação na PQCA fortalece a capacidade da Facti de acompanhar essa evolução e contribuir com  iniciativas voltadas ao desenvolvimento de tecnologias para a segurança de transações, sistemas, infraestruturas digitais e proteção de dados.

 

Para Rafael Lucas Silva, especialista da Facti, esse processo exige preparação desde agora, já que a adaptação da infraestrutura digital será um dos principais desafios da próxima década.

 

“A transição para a criptografia pós-quântica não acontecerá de uma vez. Ela demandará planejamento, atualização tecnológica e colaboração entre diferentes organizações. Participar da PQCA nos coloca em contato direto com as discussões e iniciativas que estão preparando esse futuro, permitindo que a Facti acompanhe essa evolução e contribua de forma efetiva para esse ecossistema.”

 

Ao tornar-se a segunda instituição brasileira a integrar a Post-Quantum Cryptography Alliance, a Facti reafirma seu compromisso com a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação, contribuindo para o avanço de tecnologias capazes de responder aos desafios da computação quântica e fortalecer a proteção de dados, sistemas e infraestruturas digitais. 

 

Para saber mais sobre a Post-Quantum Cryptography Alliance, acesse: https://pqca.org/